Ah, João, how we missed thee…



(por favor abstraiam-se dos comentários do Valdemar Duarte e do João Querido Manha)

Da última vez que apanhámos com este rapaz em Aveiro, aconteceu isto:

Não há muito a dizer sobre esta besta. É raro falar sobre árbitros, como sabem, mas desta vez não tenho outra hipótese. Aproveito para pedir desculpa aos vizinhos da minha cunhada pelos guinchos que ouviram do apartamento dela. Era eu, sempre que via uma cotovelada ou uma patada de pitões em riste a cravarem-se na inocente pele dos nossos jogadores, e que João Ferreira ou não via ou, quando via, admoestava com singelos cartões amarelos. Para além disso, fica-me na retina a forma como quando Álvaro está a reclamar cartão a Carlos Martins, João Ferreira coloca-lhe a mão no pescoço. Álvaro, espantado, tira-a de lá e leva amarelo. Não é mau árbitro a nível técnico, mas disciplinarmente evidenciou claramente a sua côr. Só não mostrou o cartão que é feito dela a quem merecia.

Sabendo-se que não vai lá estar Álvaro Pereira, esse energúmeno provocador que ousou colocar a fronha contra a mão do árbitro, em que tromba de que jogador do FC Porto é que João Ferreira vai encostar a manápula? Aceitam-se ideias.

2 comentários

  1. Acima de tudo, é preciso que a equipa não se deixe levar pelo eventual critério – ou falta dele – do árbitro.

    Nomear um árbitro que deixa passar 5 agressões aos nossos jogadores – no mesmo jogo! – em claro é, quanto a mim, uma afronta.

    Mas só nos atinge aquilo que deixamos, e é melhor para a equipa não se lembrar sequer de tão vergonhoso episódio. A bem, pelo menos, da nossa folha disciplinar e para evitar o pior que nos podia acontecer: Entrar no jogo já com a pulga atrás da orelha e perder o foco no que realmente interessa, isto é, trazer os 3 pontos…

Deixar uma resposta