Baías e Baronis – Arouca 0 vs 5 FC Porto

20141025  - FC AROUCA - FC PORTO

Acho que ninguém esperava um jogo tão fácil como este. É certo que o Arouca não é o Bilbao, que Bruno Amaro não é titular do Zenit ou do Shakhtar e que o David Simão, no alto da sua arrogância nojenta que dá vontade de cuspir em cima, não tem o talento de um Pirlo cego e paralítico. Mas esperava ao mesmo tempo mais do Arouca e menos do FC Porto. Foi uma vitória tornada fácil pela eficácia do nosso ataque, que andava tão fugida nos últimos jogos. Quintero no centro, Brahimi e Tello nas alas mas especialmente Jackson na frente estiveram muito bem e tornaram simples algo que às vezes parece tão complicado. E um cincazero é sempre giro e traz memórias engraçadas, como devem compreender. Vamos às notas:

(+) Jackson. Trabalha como poucos pontas-de-lança vi a trabalharem em todos os plantéis do FC Porto, mantendo as características de um ponta-de-lança que trabalha fundamentalmente na área. Houve Pena, Derlei, Lisandro, entre outros, mas nenhum deles era um Jardel, um Falcao. Jackson, em dias bons, combina as qualidades dos dois tipos de avançado: a mobilidade e progressão em drible dos jogadores que não são tão vocacionados para jogarem na área; o oportunismo e a capacidade de desmarcação que dão nome a um matador. Somemos a isto uma excelente capacidade para reter a bola em zonas mais recuadas enquanto aguarda pela subida dos companheiros…e vendemo-lo no final da época por 35 milhões a qualquer clube. Mesmo com 29 anos.

(+) Quintero. Dez. Dez. E talvez Dez. É esta a posição que Juanfer Quintero deveria sempre ocupar em campo quando estivesse ao serviço do FC Porto. Na selecçao colombiana podem pô-lo a jogar como defesa direito, durmo bem na mesma, mas colocá-lo na linha para flectir na diagonal interior não é a mesma coisa que vê-lo a levantar a cabecinha e a projectar as trajectórias que podem levar a um golo que parece fácil. Vai falhar muitos mais passes, inventar até levar o povo ao desespero. Mas uma vez, de vez em quando…pode dar a vitória à equipa com um singelo toque na bola. A continuar.

(+) Casemiro, finalmente. Um bom jogo de Casemiro, que até incluiu um golo e tudo, de cabeça depois de um canto. E para quem achar que estou a tentar incluir o maior número de conceitos claramente falsos sobre o FC Porto 2014/2015, asseguro-vos que tudo aquilo aconteceu ontem em Arouca. Ao fim de vários jogos com produção claramente negativa, finalmente o brasileiro mostrou-se estável no meio-campo, a tapar bem a dupla de orcs que compõem a zona central da equipa adversária, com Bruno Amaro e David Simão ambos a caírem perante a superioridade evidente de Casemiro e até de Herrera (meu Deus, os eixos inverteram-se!). Bom jogo, espero que continue.

(+) O gesto de Aboubakar para Quaresma depois do golo. Acabou de marcar o primeiro golo ao serviço do clube no campeonato. Celebra rapidamente e faz o quê logo a seguir? Vai cumprimentar Quaresma e acena para o público congratular o Ricardo pela assistência, como que dizendo: “sem ele este golo não entrava!”. Esperto, o nosso Vincent, heim?

(-) Os contínuos erros defensivos. Como se atravessassem um campo de minas de tacões altos. Como se estivessem a pescar num lago gelado no início de Junho. Como se tentassem atravessar uma linha de combóio sem guarda de linha enquanto vendados e com os pés atados. Assim foram os primeiros quinze, vinte minutos da equipa. Como se acabassem de saltar de um avião sem confirmar se o pára-quedas não tinha buracada. Tivemos sorte que o Arouca estava em dia não, porque aqueles momentos de passes mal guiados, recepções duvidosas, sobre-complicadices na defesa e pontapés para a frente directos aos pés de um adversário…continuamos com grandes problemas na saída da bola da defesa e o meio-campo pareceu melhor mas ainda sem conseguir uma produção consistente. A eficácia no ataque ajudou a mascarar as contínuas dificuldades na construção de jogo e a excessiva dependência em jogadores como Brahimi e Tello para impôr velocidade. Só quando o adversário está desgastado e desposicionado é que conseguimos fazer com que Danilo e Alex Sandro subam em apoio ao ataque e se até agora tem corrido razoavelmente bem e de uma forma produtiva…o jogo torna-se aborrecido e pouco agradável de seguir. Futebol bonito…ainda vai demorar a ser regular. Por agora, só a espaços.


Continuamos a evoluir. Devagarinho, sem pressões, é o que precisamos para criar uma estrutura que nos permita lutar pelo zénite (o outro) até Maio. Com alguma sorte, com mais alguns cincazeros destes.

Ouve lá ó Mister – Arouca

Señor Lopetegui,

Anda tudo louco. Tudo. Louco. Um empate, dois empates, três. Uma derrota, uma vitória, mau. O mundo parece convencido que uma equipa se forma de um dia para o outro, que as empatias e sinergias que decorrem do trabalho em conjunto, da harmonia que se cria durante meses (raios, durante anos!) de convívio, de espírito comum e objectivo partilhado, tudo isso aparece automagicamente do ar. Não é verdade e se as pessoas pensarem um bocadinho, vão perceber que nada é obra do acaso e tudo se trabalha para que os frutos apareçam. A não ser que sejas o Scolari, nesse caso é mandar as bolas para os Ro-Ros e siga a rusga.

Hoje vai ser um bom teste a essa capacidade crescente de harmonizar um grupo de talentos e de o consolidar como uma equipa em condições, capaz de enfrentar equipas temíveis por essa Europa fora ou alguns adversários de menor nome aqui pelo burgo. E o Arouca, que incluo no segundo grupo por motivos que deverão ser óbvios para o comum dos mortais, pode ser uma boa prova a essa mesma capacidade. O Pedro, teu companheiro de profissão e aquele gajo que de vez em quando podes ver da VCI quando os écrãs gigantes estão virados para a estrada, vai ver se te lixa a vida e a vida de todos nós, depois de tanto nos ter dado quando por cá esteve. São as matizes da vida, Julen, e podes ter a certeza que a mordidela no traseiro vai aparecer quando menos esperas. Hoje, vendo a convocatória, reparo que estás a levar dezoito garbosos moçoilos, prontinhos a sair de lá com três pontinhos no saco. Não te peço mais, só gostava de te pedir duas coisas: aposta no Quaresma para aproveitar a pica do rapaz…e decide de uma vez o que vais fazer com o meio-campo. Queres uma dica? Cá vai: Ruben, Herrera e Quintero. Tau. Assim, sem trocos, obrigado, siga a sua viagem.

Ganha lá o jogo. Nem sei se consigo ver em directo mas garanto que se não conseguir ou se vir a espaços, quando chegar a casa vejo o jogo todinho para te dizer das minhas. Boas ou más. Boas. Sim, vamos acreditar que serão boas.

Sou quem sabes,
Jorge

Baías e Baronis – FC Porto 2 vs 1 Braga

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Não se faz, amigos. Um gajo tem um casamento no dia anterior e ainda vai para o jogo meio ressacado, para apanhar um heart-fucker destes. E podia tudo ter sido tão fácil, porque apesar da combativa equipa do Braga nos ter dado água p’la barba (especialmente no meio-campo, bem mais rijo e lutador que o nosso…mesmo com Ruben Micael em campo, imaginem!), há uma clara diferença de talento entre as equipas. Começa a ser um lugar-comum assinalar este pormaior, mas tem sido graças às individualidades que nos temos vindo a safar. Hoje foi San Juanfer que nos safou de um buraco por nós cavado, que poderia ter sido ainda bem pior se não houvesse um lampejo de qualidade colombiana a trazer o golo da vitória e a iluminar as bancadas do Dragão que andam mais nervosas que um adolescente antes de convidar a miúda mais gira da turma para irem ao cinema. Vamos a notas:

(+) Quintero. Quase perfeito no passe curto e médio, especialmente quando consegue rasgar o meio-campo à procura de um jogador que apareça pelo flanco. Vi grande parte dos passes diagonais que fez enquanto esteve em campo da forma mais adequada para avaliar o talento do moço: por detrás dele, no enfiamento perfeito da direcção do passe. Podiam pôr 80% dos médios do FC Porto dos últimos anos a fazer aquele tipo de passes consecutivamente e garanto que não acertavam metade para o dobro das tentativas. Excelente também no golo, provou que a jogar como “10” é como mais rende. Que continue e não se chateie por não jogar sempre.

(+) Danilo. Continuo a gostar muito da forma como está a colocar a alma, o suor e a capacidade física ao serviço da equipa nesta época. E hoje, mesmo depois de falhar um golo feito (porque quis controlar a bola em vez de mandar um tiraço ou encostar a bola de pé aberto para o canto mais distante…seu NABO!), foi dos poucos que me deu um gozo bestial de ver a correr, a subir pelo flanco e a descer em corridas imensas, já que raramente teve o apoio que necessitava da parte do extremo que jogava do seu lado. Palmas, puto, palmas!

(-) As pernas. No jogo contra o Boavista, disse o seguinte: “Estamos na 5ª jornada e já vejo vários rapazes do meio-campo para a frente a vomitarem-se todos para acabar um jogo. Sim, jogámos muito tempo com dez jogadores. Certo, estivemos quase sempre com a bola nos pés, o que cansa mais. Compreendo, Ruben Neves tem 17 anos, Herrera e Brahimi estiveram no Mundial. Mas não é bom sinal quando chegamos a meio da segunda parte e os dois jogadores mais importantes na construção ofensiva da equipa estão agarrados às pernas e o desequilibrador principal da equipa não aguenta mais que duas ou três corridas. Começo a pensar que a rotação imposta por Lopetegui se deve mais a factores físicos que tácticos…“. Não percebo muito de músculos nem das métricas que são idealizadas para a constituição de um corpo humano perfeito. Nem tão pouco sou um perito na percepção do que faz um jogador de futebol conseguir correr noventa atrás de noventa minutos em alta pressão e alto rendimento. Mas posso inferir que se a rotatividade pode permitir que alguns rapazes descansem e se sintam mais capazes para enfrentar o próximo jogo com mais capacidade física, também posso entender que haja alguns rapazes que têm dificuldades em manter um ritmo constante se não jogam todas as semanas. É uma questão de ser encarcerado por possuir um canino ou por abdicar da mesma posse, mas será que a rotação de jogadores não ajudará a que a equipa não aguente mais de 70 minutos em condições? Ou estarei apenas a arranjar desculpas para um plantel que tem tanto de qualidade como de falta de capacidade física?

(-) Macios da defesa para a frente. Houve muitas, imensas, DEMASIADAS progressões com a bola por parte do Braga sem oposição credível por parte dos nossos médios e extremos. Excluindo Jackson deste grupo, ele que tantas vezes vem atrás para cortar bolas de carrinho na perfeição, temos um grupo de rapazes extremamente talentosos mas que não parecem muito dispostos a usar de um jogo mais físico (não violento, atenção!) para chegar aos seus propósitos. Não sei se Tello tem medo de se lesionar de novo na coxa, se Óliver receia magoar o ombro de novo, se Brahimi se amedronta de perder algum do seu imenso talento ao encostar o corpo ao adversário ou se Herrera percebe que não chega cravar as pernas no chão e esperar que o adversário não o contorne. Agora que as zonas de pressão parecem mais bem estruturadas, é definitivamente necessária mais agressividade na recuperação da bola na zona média.

(-) Repetir Marcano no onze. Compreendi a entrada do espanhol contra o Shakhtar, já que precisávamos de um “holding midfielder” para recuperar a bola em força quando fosse necessário frente ao meio-campo menos brasileiro do mundo, apesar de ter três ou quatro brasileiros. Mas no jogo de hoje não consigo perceber a vantagem. A posse seria quase de certeza nossa de início a fim, obrigando os médios a recuar para construírem o jogo de trás para a frente. Herrera, o aguadeiro responsável por trazer a pelota a partir da zona central, atrasa-se no terreno e obriga a que o outro médio bascule enquanto o médio mais ofensivo fique mais à frente a criar linhas de passe. E Marcano, le pauvre, não sabe mais do que agir como parede para receber a bola de costas para a baliza adversária e atrasá-la para os colegas. Não desequilibrava, não recebia a bola em posse e não criava espaços para a receber em condições. E ninguém esperava que o fizesse…a não ser Lopetegui. A saída dele e de Herrera (mais um jogo fraquinho do mexicano) vieram 45 minutos mais tarde do que deviam.

(-) Alex Sandro. Mal nos cruzamentos, mal no controlo da posse em zona defensiva, mal na subida pelo flanco e particularmente mal no endosso da bola em situações de recuperação de bola, com dois ou três passes absurdos e direitinhos aos pés dos adversários. Notou-se bem o estouro das pernas quando começou a pontapear o esférico na direcção da arquibancada. Um jogo para esquecer.


Três pontos. O equivalente ao que foi conquistado nas últimas três jornadas. Continua a ser o meu grande medo nesta equipa: que se perca grande parte do campeonato antes de a podermos apelidar como tal…

Ouve lá ó Mister – Braga

Señor Lopetegui,

Sabes que já não vejo um FC Porto vs Braga que me ponha entusiasmado desde um perfeito final de tarde em Dublin, onde a cerveja fluía como hidromel em terras medievais (daquelas “a sério”, nada de feiras a imitar o estilo com gajos de Pumas nos pés e latas de Super Bock nas mãos) e a harmonia imperava entre clube, equipa e sócios. E esse jogo, meu caríssimo basco, já foi há três anos e meio. Mais de mil e tal dias de diferença que fizeram com que houvesse um extremar de posições, um grau de exigência de tal maneira alterado que um empate fora na Champions contra aquele que é teoricamente o adversário mais forte do grupo faz com que a contestação aumente, ninguém sabendo muito bem porquê. É a rotatividade, são as falhas, é o meio-campo que não carbura, é o Tello que é guloso e o Jackson que ficou no banco ou o Quaresma que ficou na Invicta. Tudo reclama, ninguém acalma.

Ora hoje, que todos regressam ao Dragão e queremos um bom resultado. Lembra-te que há jogos de selecções nas próximas semanas, por isso esmifra ao máximo o que puderes dos jogadores. Não quero saber se vão passear em amigáveis contra San Marino ou se vão apanhar uma Alemanha na máxima força. Hoje, o que interessa, é o Braga. São aqueles gajos que nos fazem a vida negra de tempos a tempos e que hoje não vão perder a oportunidade de voltar a pôr o ferrolho na defesa e envenenar os contra-ataques. Cuidado com os tipos que vais escolher para o meio-campo mas acima de tudo está atento ao ataque. Ao nosso, não ao deles. Quer dizer, também ao deles, mas principalmente ao nosso. Bottom line, não tires o Tello nem o Brahimi. E não tires o Óliver, mas põe-no a 10. Atrás dele, Ruben e Evandro. E o Jackson na frente. Raios, homem, tens muitas opções mas este era o meu onze, porque atrás disso não vejo mudanças importantes. Danilo, Maicon, Indi e Alex. Fabiano à frente das redes. Soa bem. Acredito em ti e acredito que esta equipa vai carburar, talvez hoje tão bem como na segunda parte contra o Shakhtar. Bora lá.

Sou quem sabes,
Jorge

Baías e Baronis – Sporting 1 vs 1 FC Porto

20140926 - SPORTING CP - FC PORTO

Um clássico que acabe em empate é sempre menos mau, especialmente fora de casa. Se tentarmos perceber a forma absurda como entramos em campo, especialmente depois do golo sofrido evidenciar a ausência de organização no nosso meio-campo e a forma como a equipa não consegue parar o adversário em zonas de construção. É essa a principal falha do FC Porto de Lopetegui, por agora, pelo menos até que a estratégia se mantenha a mesma com os intérpretes que a vão colocando em campo. Ambas as equipas tiveram oportunidades claras e o empate aceita-se. A notas:

(+) Óliver. É um jogador diferente, sem dúvida, e quando está em campo nota-se na perfeição a diferença que mostra em relação aos colegas. Raramente há passes falhados, desconcentrações na construção de jogo e desatenções defensivas. Pode trazer muito ao meio-campo (mais que na ala, creio) quando colocado a jogar por detrás do ponta-de-lança e preferia vê-lo sempre como dez recuado em vez de colocado na linha. Em forma, é titularíssimo.

(+) O controlo da posse de bola na segunda parte. Depois da entrada muito mais forte do Sporting, que nos encostou à área durante a primeira-meia hora, o jogo foi-se reequilibrando e a equipa assentou a cabeça e começou a trocar a bola de uma forma mais consistente e estruturada. Continuo a tremer quando a zona defensiva se amedronta perante o mais ínfimo sinal de pressão adversária, mas é essencial manter a calma e prosseguir na troca de bola tranquila enquanto a zona ofensiva vai criando espaços e linhas de passe coerentes, porque é especialmente em situações individuais que podemos mostrar o que valemos. Foi talvez o pior jogo que fizemos até agora, mas a segunda parte foi menos má que a primeira.

(-) A desorganização da zona de pressão defensiva. Desorganização. Alheamento. Desconcentração. Há muitas outras palavras que podia usar para descrever o que vejo na estrutura defensiva do FC Porto mas podia centrar tudo num conjunto de vernáculo que faria corar uma freira de clausura. É enervante perceber que os homens do meio-campo parecem constantemente mal colocados perante os adversários, não cobrindo os espaços de uma forma coerente e permitindo uma fácil construção de lances ofensivos com uma passividade e destrambelhamento que não parece natural numa equipa de topo. Desde o início da temporada que tem sido a área mais débil da equipa não só em termos físicos mas especialmente pela incapacidade de formar um bloco consistente para impedir que o adversário surja com a bola controlada e em progressão por uma zona onde se pode criar a maior quantidade de situações de perigo para a nossa baliza. Casemiro, Ruben Neves e Herrera, até agora, não estão a funcionar como conjunto.

(-) A ineficácia na finalização Em jogos deste calibre é uma infelicidade falhar golos feitos. Jackson e Tello mostraram isso mesmo, com os lances que tiveram na segunda parte a poderem ser decisivos na conquista de uma vitória que seria até então justa…pela maior eficácia que mostraríamos em frente à baliza, quando comparada com a mesma (in)eficácia nos lances de que o Sporting dispôs na primeira parte (para lá do petardo do Capel à barra). Estes jogos travam-se com fibra mas vencem-se por detalhes.

(-) Bolas paradas ofensivas. Mais uma vez tivemos uma batelada de cantos e alguns livres, com zero perigo criado. Há muitos, muitos anos que continuamos com este tipo de incapacidade de semear o caos nas defesas adversárias através de lances de bola parada e mantemos a tremideira quando a bola aparece na mesma situação mas do nosso lado. Um canto, um golo…uma vitória. Era giro, não era?


Três empates consecutivos não são bons para um campeonato onde os pontos perdidos se podem tornar tão importantes em fases mais adiantadas da prova. O próximo jogo tem de trazer três pontos para o cofre. Sem desculpas.