Ouve lá ó Mister – Setúbal

Camarada Sérgio,

Já no Cavani de ontem (que podes ouvir aqui) estivemos a discutir o que vai ser o campeonato daqui para a frente e acabamos por concluir…nah, sem spoilers, mas a verdade é que a conclusão não foi grande coisa. Porque ainda falta muito jogo e por muito que o Sporting tenha ganho ontem e nós ainda não tenhamos jogado, a verdade é que a quantidade de jogos que temos pela frente é ampla, os pontos em disputa são muitos e a vontade é grande de todas as partes. Assim sendo, vamos lá pensar nisto um jogo de cada vez e ver onde é que vamos parar daqui a uns meses. Até lá, keep on truckin’, bro.

Isto quer dizer o quê? É simples: todos os jogos são para ganhar, porque qualquer equipa que quer ser campeã nunca o vai ser apenas nos jogos contra o Benfica e tem forçosamente de ganhar os outros. Pode não ganhar todos, mas já viste que se dás uma unhinha de vantagem aos outros, vão-te arrancar as goelas sem pedir licença e como já percebeste que quatro pontinhos perdidos em dois jogos depois de perderes dois em onze…eh pá, o rabinho começa a apertar e ninguém quer isso, certo? Então vamos lá embora para cima deles, bater enquanto pudermos e acabar com o jogo tão cedo quanto possível. Estou contigo, rapaz!

Sou quem sabes,
Jorge

A Culpa é do Cavani – Jornada Especial Champions 2017/18 #6 – Anti-Mourinho

O último episódio especial da fase de grupos da Champions (e estes só voltam em Fevereiro, oh martírio!), pensamos em ser um pouco mais abrangentes que apenas nos focarmos no jogo do Mónaco e decidimos falar também da entrevista do Presidente, do que aí vem na Champions e qual é o adversário que os Cavanis gostavam de apanhar. Também olhamos para os próximos jogos, com um desvio sobre o treinador e o estilo de jogo que ele gosta, gostava ou poderá ainda vir a gostar. Ah e finalmente falamos do pior médio defensivo que nos lembramos!

Jornada Especial Champions 2017/18 #6 – Anti-Mourinho


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Baías e Baronis – FC Porto 5 vs 2 Mónaco

foto retirada do zerozero

Ah. Assim sim, meus amigos. Depois de um arranque complicado, a equipa conseguiu recuperar a alma, o espírito de sacrifício e alguma capacidade táctica e acabamos mesmo por conseguir passar a fase de grupos com alguma tranquilidade, apesar de apenas hoje termos conseguido confirmar essa passagem. E fomos pragmáticos, inteligentes…raios, vou dizer mesmo maduros na abordagem ao jogo, mesmo perante um Mónaco com algum talento mas pouco esforço. Aliás, é curioso que tenhamos espetado cinco golos aos teóricos candidatos a passar a fase de grupos, no último jogo, quando precisávamos de vencer para passar. E ambos jogavam de vermelho. Coincidências fofinhas que tiveram o mesmo resultado: o nosso apuramento. Vamos a notas:

(+) Boa estrutura táctica em campo. Pareceu-me sempre ver a equipa equilibrada em campo, com onze ou dez. A equipa esteve serena na colocação das peças em campo, sem perder a compostura e a estrutura do esquema que o treinador montou e que cumpriu na perfeição. Claro, parece mais fácil cumprir os posicionamentos quando o jogo é esticado para as alas e para a frente com bolas aéreas ou quase directas pela relva, mas também faz com que a estrutura seja mais fácil de desfazer em correrias parvas e hoje, como em vários jogos, os rapazes estiveram bem com a bola nos pés.

(+) Aboubakar. Eficácia no topo, marcou dois golos e assistiu outro, num jogo em que pareceu sempre muito relaxado a jogar no centro do terreno, quer na área como também em apoio à pivot, a recuar para receber a bola e criando espaço para a entrada de Marega, Brahimi ou até Herrera. Só gostava que o rapaz fosse sempre assim eficaz, mas não se pode ter tudo.

(+) Alex Telles. Já merecia um golo pelo que tem feito para o merecer e pela forma como se entrega a todos os lances em todas as partidas. É daqueles gajos que vai ser sempre lembrado pela forma como vive o jogo e como corre e se esforça. Pode não acertar todos os cruzamentos, pode não acertar todos os passes, pode nem sequer fazer bons jogos, mas nunca se pode apontar nada em termos de esforço. E só isso conta um bom pedaço para agradar ao povo.

(+) Herrera. Bom jogo do capitão, talvez o único a perceber quando parar o ritmo de jogo e como o fazer da melhor forma, sem as rodinhas de Brahimi e o nervosismo de Ricardo. Aliás, Hector (nome usado pelo meu amigo do lado no Dragão quando as coisas correm bem, deixando o apelido para os jogos piores) foi uma espécie de elemento equilibrador do jogo da equipa, conseguindo marcar a diferença com a bola nos pés e na recuperação defensiva, especialmente na primeira parte.

(-) A precipitação no passe. Um dos maiores pecadores neste caso é Ricardo, que insiste em tentar passes à queima sem ser necessário fazê-lo, quando pode perfeitamente parar para pensar um bocadinho. Marega, Herrera e os defesas centrais são também alguns dos rapazes que se lixam com este vírus que aparece, este “correbol” (termo cunhado pelo Jorge Vassalo, meu companheiro n’a Culpa é do Cavani) acaba por forçar a que os jogadores se sintam obrigados a soltar a bola mais depressa do que precisam quando podem por vezes segurar a bola, pensar um bocadinho e tentar perceber se vale mesmo a pena passar em vez de raciocinarem sobre o melhor destino a dar ao couro.

(-) Arbitragem. Para mostrarem que lá fora também há árbitros imbecis, podemos tomar o exemplo deste sueco, que marca um penalty que não existe, deixa de marcar pelo menos um dos dois que eu vi (na televisão é mais fácil, eu sei, mas o Glik corta o pé do Brahimi e um dos centrais, que me esquece agora o nome, corta com a mão um cruzamento do Telles) e expulsa dois jogadores por uma picadelazita quando podia (e devia, na minha opinião) dar um amarelo a cada um e um aviso do que aconteceria se olhassem sequer um para o outro com cara feia. Assim, lixou-nos e lixou o Felipe, que não tinha nada que tentar dar uma estalada no Ghazzal, por muito que o gajo merecesse.


E lá estaremos em Fevereiro, à espera do que nos calhar em sorte. Venha quem vier, o mínimo está cumprido e o que vier a seguir…fuck it, é para cair!!!

Ouve lá ó Mister – Mónaco

Camarada Sérgio,

Rapaz, dias tristes nos vão acompanhando desde sexta-feira, sem que tenhamos grande conforto da parte daqueles que estão acima de ti e que parecem estar menos preocupados com isto do que com o estado da arte do marketing puro e do primetime televisivo. Mas eu, que como tu estou chateado com F grande com esta treta toda, ainda estou doente depois do jogo com o Benfica e preciso de redireccionar as minhas forças para outra competição antes de voltar a este desterro nacional. Por isso, siga para a Europa.

E siga, mas infelizmente segues sozinho porque não vou ver o jogo. Nem em directo nem ao vivo. Admito que não estejas muito preocupado com isso porque o terceiro jogo consecutivo contra equipas vermelhas e brancas (já viste a nossa sorte…ao menos despachamos grande parte destes confrontos logo aqui e ficamos com as vistinhas mais limpas nos próximos tempos) deve ocupar-te uma boa parte da mona, mas não vai mesmo ser possível. Por isso vou estar a roer as unhas quando me sentar para ver a bola, aí pela meia-noite, sem saber o que se passou, enquanto espero pelos golos que acredito que vão surgir, com a vontade que sei que vai estar em campo e a capacidade que sei que está dentro de ti e dentro dos nossos. É um dos jogos do ano, rapaz, joga-o como tal!

Sou quem sabes,
Jorge

A Culpa é do Cavani – Jornada 19 – Feitiço mijeiro

A catarse perfeita para um jogo destes que ontem vimos no Dragão só pode acontecer quando o Silva arranca uma manhã com um flut de espumante, o Bertocchini com uma funguice tremenda e o Vassalo com uma fúria destruidora de mundos. Num Cavani gravado de manhã, algo que não acontecia há muito tempo (e notou-se pela lentidão no arranque), estivemos a olhar para o jogo contra o Benfica, a batota de campeonato que tentamos ganhar e a forma como vamos encarar o Mónaco na quarta-feira. Pelo meio houve urina, roubalheira, as cavalitas do Marega e o Silva, só, a pensar no Bertocchini. Eu sei. Ewww.

Jornada 19 – Feitiço mijeiro


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