Baías e Baronis – FCP vs Paços

Ora vamos lá olhar para o jogo de ontem com olhos de astigmático…

BAÍAS
(+) A festa foi divertida, colorida e não houve confusões. É o que dá ter um clube grande e outro menos grande a disputar um troféu num dia de calor.
(+) O domínio do jogo pelo FC Porto foi evidente e não merece contestação. O golo chegou na altura certa e quase fazia lembrar o Barcelona vs Man Utd de semana passada.
(+) Ver Lisandro a jogar cansa. Foi o melhor em campo não só pelo golo marcado mas também pelo esforço habitual. Um dos melhores dragões de sempre em termos de espírito lutador e competitividade.
(+) Nuno mereceu o prémio e o troféu. Já faz quase parte da mobília e não me importo nada de o ver a terminar a carreira de azul e branco.
BARONIS
(-) Algum cansaço patente num ou noutro jogador (Fernando e Meireles, por exemplo), que é natural e expectável nesta altura da época
(-) Fucile não pode continuar a jogar como um louco a subir no terreno deixando espaço a mais na rectaguarda. O extremo (ou interior) direito terão de cobrir a zona. É triste quando é Lucho que a tal é obrigado mas infelizmente o talento por vezes tem de dar lugar a alguma rigidez táctica.
(-) Vem aí as férias e só temos bola daqui a um mês. Não é bonito, quero futebol. Do bom, não é o que o Queiroz vai pôr em campo no sábado.

E vão 14…


Simples, prático, eficaz. Sem grandes problemas, lá fomos buscar mais um caneco. Amanhã segue o penúltimo Baías e Baronis do ano, já que o último será a um nível diferente, mais uma questão de análise individual do plantel. Força Porto!

Jesus no Benfica?!?!?

“Jesus no Benfica leva à suspensão das acções da SAD”
Afinal é tudo uma cambada de hereges. Para além de ir para o Benfica, vem de um clube que tem um Salvador e um Jesus que não são a mesma pessoa, por isso só podem estar condenados a um dos círculos do inferno. De preferência um daqueles que agrilhoa os braços e impede que um gajo se coce. Ou obriga a ver a Susan Boyle nua a fazer break-dancing.
Com estas histórias quem se lixa é o capitalismo. O Lenine deve andar a dar voltas na tumba e a pensar: “Mas como é que eu não me lembrei disto?!”