Leitura para uma sexta-feira tranquila

 

Leitura para uma sexta-feira tranquila

 

Leitura para uma sexta-feira tranquila

 

Leitura para uma quarta-feira tranquila

  • O Futebol Magazine exibe a arte estilizada de Luke Barcley;
  • O choque entre o mundo do futebol e da música raramente trazem bom resultado, como é evidenciado no Got, Not Got;
  • Uma tabela que hierarquiza o Top-20 de assistências em campeonatos por esse mundo fora, mostrada no Bill’s Sports Maps;
  • Análise ao futuro próximo do “meu” Newcastle United, agora que a manutenção foi garantida. No excelente I Wish I Was A Geordie;
  • Armando Pinto relata a história de Rodrigues Teles, pioneiro historiador do FC Porto, no notável Memória Portista;
  • A última conferência de imprensa da época de Paolo Di Canio no Sunderland…com vinte minutos de desancanço no fraco profissionalismo dos jogadores, trazido pelo KCKRS;
  • Continuando com história, fala-se de…grandes fatos-de-treino dos nossos tempos. Não estou a brincar. Leiam no Football Attic;
  • E para terminar, o Swiss Ramble põe as contas do Manchester United debaixo da sua habitual lupa analítica;

 

Leitura para uma segunda-feira tranquila

  • O Football Attic regressa a 1969 para nos trazer os equipamentos de outrora;
  • Jonathan Wilson, na sua coluna no The Guardian analisa a relação entre jogadores e táctica;
  • Os fetishes obscuros da bola escalpelizados no Football Clichés;
  • O americano Grant Land apresenta uma opinião intensamente cínica mas não menos verdadeira sobre a máfia no futebol e no mundo das apostas;
  • Continuando a nostalgia, temos Roberto Baggio no início da sua carreira, ainda no Vicenza, em toda a glória trazido pela alta definição, no Old School Panini;
  • John Devlin, autor do True Colours Football Kits conta a história de dois equipamentos alternativos que fogem do habitual padrão de normalidade;
  • A venda de Mario Götze vai tornar o Dortmund mais forte? O Proven Quality explica porquê;
  • O 200% analisa o estado do Wolverhampton Wonderers e a evolução do seu declínio;
  • E para terminar, o Spirit of Mirko lista todos os jogadores que aliteram o primeiro e o último nome. Porquê? Porque podem.