Baia para o Sérgio. Baía para o Otávio. Baía para o Manafá. E upgrade de Hernâni para Hulk ao Díaz. Isto não é um podcast, é um gajo a entrar em Vidago depois de atravessar o Sahara. Até a água lhe sabe a cerveja!

Baia para o Sérgio. Baía para o Otávio. Baía para o Manafá. E upgrade de Hernâni para Hulk ao Díaz. Isto não é um podcast, é um gajo a entrar em Vidago depois de atravessar o Sahara. Até a água lhe sabe a cerveja!

Chegamos. Vimos. Sofremos. Gritamos. Choramos. Não vencemos. Lamentamos. Saimos. Vimos o Bala. E o Nuno. Bebemos. Comemos. Insultamos. Não compramos brigadeiros. Assumimos uma postura prosaica perante o entretenimento. Bebemos mais. Digevoluímos. Suspiramos. Fomos embora. Voltamos no Domingo.

Enquanto os titulares iam mesmo a Coimbrões, aviar pipocas e hamburguesas, comprar roupa pronta a vestir e sapatilhas de marca feias como o Vinha nos dias em que não marcava aos lampiões, um conjunto dos mais abnegados dos nossos jogadores foi para Pedroso. Trabalhar.
Tal é a ética laboral desta malta q despacharam os assuntos sérios em 12 minutos e deixaram-se estar o resto da jorna na treta e na galhofa. Mas tão atentos que ainda deu para o miúdo bater mais um recorde. O Cristiano que não se ponha fino, não.
Bom ambiente que se viveu, com a paz a ser assegurada por Loum, o esventrador, e animação assegurada por Saravia, o dançarino.
Enfim, uma típica jornada de Taça.

Coimbrões? Opá, isso é como quem vai para Krasno…piu… Bem, não interessa nada agora, que isto não é um podcast de geografia. É de avicultura, piu.
Para moderar a parvoíce, tivemos a felicidade – vá-se lá saber como – de ter connosco a Joana. Não, a outra, piu. E assim nos abalançámos a balançar o primeiro quinto da época, a baronizar a torto e a direito e conceder uns quantos baías, piu.
Como se não bastasse, ainda oferecemos a antevisão do embate contra a malta de um shopping de Gaia. Um gajo põe-se com estas piadolas estupidas, óspois admira-se que lhe tirem o… nem mais!

Afinal, parece que não se deu o Apocalipse zombie à saída da banheira. De Roterdão. Bem vistas as coisas, nada se perdeu, nada muda.
Espera!!! Nada muda? Credo, é o Apocalipse zombie à saída da banheira. Uma qualquer!
Ou se calhar…não. Felizmente está aí uma pausa para meditação. Ou formatação, logo se vê.
