Descansa em paz, homem. As glórias do teu passado sobrepuseram-se às glórias que todos enaltecemos e com maior ou menor simpatia que possamos ter tido pelo clube que representaste, tens o mérito de ter sabido passar à frente disso e de te deixares converter num símbolo nacional. Sim, hoje morre o último pilar de um estado antigo, que com Amália fez o que hoje Mourinho e Ronaldo fazem, com a vantagem de o terem sido numa altura em que a internet era uma fantasia orwelliana e a informação andava a ritmo de cavalo (no nosso caso, bem orientada pela pipeline certa).
Descansa em paz. E vê se marcas umas futeboladas aí por cima. Tu, o Best e o Garrincha contra o Puskas, o Matthews e o Pavão do outro lado. Siga!
Link:

