Dragão escondido – Nº43 (RESPOSTA)

Cá está o rapaz:

De todos os “escondidos” que fiz, este é talvez o mais fácil de todos. Na foto, tirada aquando do confronto contra o Manchester United no Dragão que terminou com a derrota da nossa equipa por 0-1 (aquele tiro do Ronaldo a quinhentos metros da baliza…), o dragão é Cristian Sapunaru, que nasceu romeno mas fez-se portista e mostrou-o em quase todas as ocasiões que conseguiu. Defesa direito raçudo, sem ser genial. Audaz sem ser louco. Agressivo sem ser violento. Era uma das peças importantes da equipa pela capacidade de subir com a bola e pela ajuda que dava na zona central da defesa, o que levou a que conseguisse disputar o lugar com Fucile, com maior capacidade como lateral moderno e subido.

O seu portismo ainda está bem presente nas nossas memórias e foi um dos jogadores mais queridos dos adeptos e especialmente das claques (sim, nós temos claques, não sabiam?) mas fica um bom exemplo do que um jogador pode valer dentro e fora de campo quando incorpora o espírito do clube, a alma de conquista e de identificação com a garra e vontade de vencer de um colectivo de almas e corações. Esta pequena entrevista foi dada no início do FC Porto vs Benfica de 2013…sim, esse mesmo, o do Kelvin.

Incrivelmente houve vários remates ao lado:

  • Cristián Rodriguez – Foi titular nessa partida, saindo aos 64 minutos para dar o lugar a Ernesto Farías.
  • Lisandro López – Também foi titular no jogo, cumprindo os noventa minutos.
  • Maniche – Por estas alturas estava no Atlético Madrid e tinha sido eliminado na eliminatória anterior pelo…FC Porto.
  • Mariano González – Entrou à meia hora de jogo para o lugar de Lucho, compatriota e semi-Deus.
  • Óliver Torres – Tinha 14 anos e era júnior C na formação do Atlético Madrid. Ou seja, não era provável que fosse ele na foto.

Mais uma vez a resposta certa apareceu via Twitter, às 8h50, pelos dedos do Diogo Cruz. Huzzah!

Dragão escondido – Nº43

Um dos génios do Mal, Jason, da saga Friday the 13th, tem a sua máscara em vez da cara de que jogador portista?

 

Força na caixa de comentários! E não vale andar a procurar a imagem na internet, todos o podem fazer e tira a pica à brincadeira toda…torna-se fácil demais, não acham? Batota não entra!

Dragão escondido – Nº42 (RESPOSTA)

Cá está o rapaz:

Youssef Chippo é um dos nomes que ficou na cabeça de todos os portistas que foram à cerimónia de apresentação da época 1997/1998, sentados numa noite quente de Verão em pleno Estádio das Antas à espera da então tradicional revelação surpresa de um reforço para a equipa. Quando toda a malta esperava que do túnel saísse Domingos Paciência Paulo Sousa (obrigado pela correcção, gente boa!), eis que se ouve o speaker do estádio a dizer o nome do marroquino…e se eu tivesse filmado a cara das pessoas que se perguntavam entre elas: “quem?!”, seria um momento priceless para perdurar até ao fim dos tempos. Chippo era um trinco não muito agressivo mas com bom toque de bola, que fez apenas quarenta jogos em duas épocas pelo FC Porto e acabou por ser vendido para o Coventry, na altura ainda a jogar na Premier League.

Esta foto diz respeito a um jogo da época 1998/1999, contra o Famalicão (representado por Ricardo Rocha em primeiro plano), disputado no Estádio das Antas e que terminou com uma vitória do FC Porto por 4-2 após prolongamento, com os dois golos que nos colocaram na frente a serem marcados aos 118 e 119 minutos por Quinzinho e Miki Fehér, respectivamente. Outros tempos, indeed.

Houve várias tentativas falhadas:

  • Alessandro – Apenas chegou ao FC Porto na temporada seguinte, em 1999/2000.
  • Capucho – Um dos omnipresentes durante a temporada…menos neste jogo, que foi dos poucos que falhou.
  • Clayton – Como Alessandro, chegou na época seguinte. Nesta temporada estava a brilhar no Santa Clara…e raramente brilhou depois de lá sair. Ganhou a Taça UEFA em Sevilha. Sim, tem mais troféus no FC Porto que o Brahimi.
  • Costa – Fez parte do plantel nas duas temporadas anteriores, mas enquanto Chippo estava a jogar no FC Porto, Costa estava no Vitória, em Guimarães.
  • Domingos Lá está, era esse que os adeptos queriam…mas acabou por ficar em Tenerife e regressar apenas na época seguinte, em 1999/2000.Estava em Tenerife e regressaria no ano seguinte.
  • Drulovic – Titular indiscutível durante a época, entrou neste jogo ao intervalo, substituindo Fernando Mendes
  • Edmilson – Tinha saído na época anterior para o PSG e neste ano estava a abanar a guedelha loura em Alvalade.
  • Paulinho Santos – Mais um elemento constante nas fichas de jogo durante esta temporada, apesar de ter falhado este jogo em particular.
  • Peixe – Titular neste jogo, foi alternando com Doriva na posição de trinco. O que lhe faltava em remate compensava em agressividade. Upa.
  • Ricardo Rocha – NÃO É ESSE, É O OUTRO, CARAGO! O OUTRO!
  • Romeu – Apenas regressou ao FC Porto (foi formado por cá e passou vários anos emprestado) na temporada seguinte.
    Nesta altura, andava pelo Leça.
  • Zahovic – Tal como Capucho, mais um homem que esteve presente em quase todos os jogos…menos este.

A resposta certa apareceu às 10h31 via Twitter, através do Rowtag. Parabéns, moço!

Dragão escondido – Nº42

Regressamos com este fantástico equipamento…e o Pinóquio, minha gente, faltava-me o Pinóquio!!! E o gajo atrás do Pinóquio, quem é ele?

 

Força na caixa de comentários! E não vale andar a procurar a imagem na internet, todos o podem fazer e tira a pica à brincadeira toda…torna-se fácil demais, não acham? Batota não entra!

Dragão escondido – Nº41 (RESPOSTA)

Naquele que foi talvez o mais fácil e consensual destes posts, a resposta era evidente:

Nuno Fernando Gomes Rocha, conhecido no mundo da bola por Capucho, foi um elemento fundamental na conquista do Penta e uma das imagens do clube nos anos que se seguiram. O estilo é, ao contrário de Vitor Paneira na famosa expressão de Gabriel Alves, inconfundível, com as meias puxadas para baixo e a elegância no movimento que muitos confundiam por lentidão mas que, não sendo o extremo mais rápido do mundo, compensava a falta de velocidade de ponta com uma capacidade técnica muito acima da média, exibindo-a em lances de classe ao alcance de poucos. Costumávamos dizer que se queríamos proteger a bola, bastava apenas enviá-la para Capucho e lá ficaria, retida e controlada na perfeição, à espera de uma boa opção de passe ou de uma oportunidade de marcar ou, em alternativa, de roubar uma falta ao adversário. Capucho personificou a imagem de um Dragão lutador e era um deleite vê-lo nos treinos a berrar com toda a gente em alto vernáculo enquanto fintava um ou outro colega e rematava à baliza, celebrando os seus golos como se estivesse na final da Champions. Um senhor!

Esta foto diz respeito a um jogo da época 1997/1998, contra o Guimarães (aqui representado por Kasongo), disputado no Estádio das Antas e que terminou com uma vitória do FC Porto por 1-0, com um golo de Mielcarski (Miguel Castro para muitos) aos 89 minutos.

Houve uma única tentativa falhada e presumo que fosse em termos de brincadeira:

  • Esquerdinha – Um defesa esquerdo a controlar com o pé direito enquanto defronta outro defesa esquerdo?! Nah!

O vencedor apareceu logo três minutos depois de publicar o post, através do paimoscaMosca, num comentário aqui no tasco! Parabéns por seres um gajo normalzinho que até conhece a história do teu clube!