Conversas

Hoje, enquanto debatia o estado da nossa equipa com um colega de trabalho:

Ele: Acho que no Porto temos várias classes de jogadores este ano: os que não sabem mais, os que não querem saber, os que não têm pernas, e que são muito muito muito muito importantes.
Eu: Pois, e quais são esses últimos? E nao os conseguirias incluir nos outros grupos?
Ele: Eles pensam que são muito importantes, fazem tudo sozinhos. Até sabem o que fazem mas não partilham.
Eu: Lá está, esses incluo-os nos “que não querem saber”!
Ele: Acho que na sua inocência, eles pensam que ajudam a equipa assim…
Eu: Não te iludas, não há inocência que aguente depois de levar nas orelhas…toma-se sempre uma decisão. ou se passa a ajudar, ou não se quer saber!
Ele:

E assim vamos…a caminho do Emirates Stadium…

3 comentários

  1. mudei um bocadito, nada de extraordinário mas fica mais rápido a carregar e mais legível…e uma boa parte das alterações devo-as a ti! as críticas construtivas são sempre bem-vindas :)

  2. Tá mais nit o blog mas mesmo assim se fosse eu ponha os artigos com letras maiores.
    Quanto ao post vou "colar" aqui a opinião que já dei noutro blogue.
    Fala-se na clara desmotivação do Bruno Alves, pois eu chamo a atenção para repararem no lance do 2º golo do Olhanense em que se vê o Bruno com velocidade e espaço para chegar ao menos a pôr-se na linha de remate do djalmir mas quando está aí a uns 5 metros do final do que devia ser o seu esforço abranda claramente o passo. Se quer ir jogar para um campeonato mais competitivo (€) é deixa-lo pois o que ele está a fazer é inteligente, está a desvalorizar-se a ele próprio e a forçar a saída mas sem dizer que se sair que foi de propósito e que é e se sentirá sempre Dragão. Livramos-nos de um ordenado chorudo e de um tipo que não quer dar todo o seu esforço pelo clube.
    Assim também dá descanso ao pai dele que anda sempre nos jornais e rádios a dizer que meio mundo anda atrás dele. Nem que seja por 12 milhões é deixar-lo ir. Há bons substitutos para o lugar dele.
    FC PORTO SEMPRE E PARA SEMPRE

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